20th jun, 2011

The web of life

Here is a nice poem for you to enjoy! Check the use of the Present Perfect Tense throughout the poem!

What do you understand about the poem?

The Indians love the sky and the clouds, trees and animals, mountains, rocks, and rivers. Man’s feeling of identity with nature is beautifully expressed in a poem of the Pueblo, a tribe of Indians of North America, who used to live in the Southwest of what is now the United States. The poem gives us thoughts of an Indian on life and death. It shows how the Indians accepted their place in the beautiful plan of nature. All living things, the poem tells us, share the Earth. When we give back to nature what we have borrowed.

The Web of Life

I have killed the rabbit,

I have crushed the grasshopper

And the plants he feeds upon.

I have cut through the heart

Of trees growing old and straight.

I have taken fish from water

And birds from the sky.

In my life I have needed death

So that my life can be.

When I die, I must give life

To what has nourished me.

The Earth receives my body

And gives it to the plants

And to the caterpillars,

To the birds

And to the coyotes,

Each in its own time so that

The web of life is never broken

Glossary:

to crush:  to press very hard, to smash violently

to nourish: to feed, to keep alive

Source: Password, Marques, A., Editora Ática, São Paulo, 2001

Picture extracted from here.

Responses

Alem de ser um poema lindo, tem o conteúdo que aprendemos em sala de aula, muito interessante isso, pode deixar as aulas cada vez mais interessantes.

O poema é impactante. Ótimos conceitos elaborados pelo autor. Ele mostra exatamente um índio em sem local de vivência. É a teia da vida… pena que para acontecer e continuar acontecendo isso, alguns animais tenham que morrer.

É um poema interessante, mas que na minha opinião peca pela falta de ritmo e musicalidade, que pelo menos eu tenho como cruciais na estrutura de um bom poema.

Óbvio que há o mérito pelo excelente uso das associações metafóricas e pelo significado profundo e tocante.

Pedro Henrique França T. 2004

Esse poema é realmente bonito, o lance da teia da vida e algo interessante a se pensar e é um meio de o homem interagir mais com a natureza

Concordo com o Alzair, o poema é bonito e fala sobre o meio ambiente, que tambem vimos em aula. Gostei da colocação de quem escreveu, mas é triste ver que o ser humano destrói aquilo que é necessário para a vida no planeta.

Muito interessante e bonito esse poema e são coisas que nos normalmente não paramos para pensar.

NOME: Diego Fagner.
T: 2003.
N° 09.

O poema é muito criativo e é feito por grandes críticas no fundo dele.

Porém, hoje em dia, estamos acostumados a receber as coisas “mastigadas”, simplificadas, ou seja, caso esse poema quisesse atingir muitas pessoas seria difícil já que sua linguagem para entendimento profundo necessita de refletir sobre-o.

Mesmo assim, é um belo poema.

Diego Lopes 2003

What do you mean, Diego Lopes???

Essa música é toda ambiental, fala da natureza e do que os seres humanos sem consciência fazem com ela. AMEI :D
Essa música, como muitas outras, além de nos divertir, é uma ajuda, pois como podemos ver, ela também pode nos ensinar e reforçar aquilo que aprendemos com a professora em sala de aula, pois além de ser linda, tem o conteúdo que a professora passou e explicou em sala, o que nos ajuda a entender melhor e reforçar essa matéria em nossa mente.

Gracielly Sampaio
T: 2002

Eu pelo contrário do Diego achei o poema muito bem esclarecido. Simples e não simplificado.
Ele nos leva a pensar sobre o ciclo da vida.

E eu adorei essa parte:

“In my life I have needed death

So that my life can be.

When I die, I must give life

To what has nourished me.”

Não é questão de destruir o planeta ao meu ver, e sim questão de sobrevivência. Como o próprio poema diz é necessidade.

Um homem modesto e sábio!
Lindo!

Muito bonito o poema, e realmente profundo. O que me deixou encantada foi a forma que eles mostraram que apesar de retirar as coisas da natureza, matar os animais para sua sobrevivência e tudo mais, eles sabem que tem que devolver aquilo que tomaram. Quando morrem, chega a vez deles de retribuírem o que tomaram, dando força para a natureza crescer.

Mariani Macedo – Turma: 2001

Professora, quero lhe dar parabéns pelos posts. Esse é o terceiro que leio e é o segundo que fala sobre meio ambiente.
Esse assunto tem que ser colocado em discussão a todo momento para que não esqueçam. Esse tema ainda assim será, acredito eu, o desgosto dos nossos netos sobre seus ancestrais. Uma pena!

Bruno Marques – 2003

É um poema criativo, porque aborda o comum de uma forma direta. O mundo é um ciclo infinito de vida e morte, que é usada como base para uma nova vida.

T:2003
Nº37

O poema e muito lindo, e fala de uma coisa que muitas pessoas não dão importância mais que no fundo e fundamental para a sobrevivência do homem. E tem haver com o que falamos em sala de aula.
2002

É um poema realmente bonito, mas e o tipo de poema de causa um momento de reflexão, pois e um impactante.

Daniel Oliveira 2002

O poema é muito bonito e interessante, todo o negócio da teia da vida é muito impactante, e além de mostrar o conteúdo que aprendemos em aula.

Délis Silva – 2001

Entre todas as narrativas, a minha predileta é a poesia.
A forma na qual as poesias conseguem nos atingir tão profundamente é realmente incrível, e eu adoro refletir sobre tais; E as vezes até tento fazer algumas poesias.

O poema aqui tratado é realmente interessante, bem profundo e impactante. A idéia da Teia da Vida é ótima, e muito bem trabalhada pelo autor.

Pedro Henrique G Galdino ( Nº 24 )
Turma: 2004

Poemas são obras de arte, e este é pitoresco em demasio. Como todas as grandes obras, esta abre portas para interpretações individuais, ou seja, cada pessoa nota um significado diferente.

Gabriel Matt – Nº11 – 2004

Professora,
O poema exemplifica a matéria dada em sala,
contudo não gostei do poema,
achei ele muito pesado,
sinceramente fiquei ligeiramente pensativo,
o que fazer??
Realmente faz parte da Vida a Morte?
Não gosto de Lembra que para que eu possa viver animais e plantas morrem a cada segundo que se passa.
InfeliZmente a Vida não nos dá opção,
e o máximo que podemos fazer é respeitar a vida
e evitar o disperdício.

Walace Leal 2003

O poema é bonito, e mostra bem a realidade de um índio, que tira somente que precisa da natureza. Quem dera se todas as pessoas fossem assim, nossos problemas diminuiriam bastante.
Confesso que uma parte desse poema me lembrou o filme “Avatar”, na parte em que diz:
“When I die, I must give life
To what has nourished me.
The Earth receives my body”

Lindo mesmo, Iamara! E lembra mesmo Avatar!

Sinceramente, achei que esse poema é por mim considerado no máximo, mediano. Ele aborda um tema interessante, mas peca em certos pontos como o ritmo (posso estar enganado, mas é a minha opinião).
Mas apesar disso, a letra mostra perfeitamente o habitat natural do índio.
Muito legal!
Nome: Kennede Cristino Tavares Junior
Nº:21 Turma: 2003

Bom, tirando o fato de ser interessante por abordar algo que foi visto em aula, achei muito interessante a perspectiva do poema em relação às coisas vivas e ao acontecimento de nos alimentarmos e sobrevivermos da natureza durante a vida e após a morte “volta” a ela. Porem como nem tudo é elogio, só achei pelo meu ponto de vista que faltou um pouco de ritmo ( como já foi dito em outros comentários).

Lucas Mathias – 2003

Não gostei muito deste poema, não sei por que mas não atraiu muito a minha atenção , talvez por eu estar acostumado aos poemas em português que normalmente são cheios de rima e este foge a esse estilo .Apesar de não ter gostado eu tenho que admitir que o tema abordado é bem interessante.
Nome: Marcos Vinícius da Costa Palhão
Nº : 23 Turma : 2003

Achei interessante pois esse poema me fez refletir bastante sobre a vida, a morte e natureza em si.
Heitor – 2003

O tema abordado pelo poema é muito interessante,
e mostra um ponto de vista da vida que eu não tinha parado pra ver ainda, apesar de como já disseram acima acho que tem alguns defeitos na estrutura do poema.

Bruno Porto – 2003

Achei muito legal, nos faz pensar em alguns assuntos.
Acho que nós devemos valorizar mais a natureza e o que ela nos oferece !

Gabriela Mello Bueno Pereira
Turma:2001
N°10

Achei o poema lindo, bastante humano, e realmente impactante, além se estar tra=tando de um assunto que vimos nas aulas. É bom para o nosso aprendizado.

Walace, eu entendi o porque de você não ter gostado do poema, mas ele mostra claramente o ciclo da vida. Nada, nem mesmo os sentimentos ou qualquer criatura deve ser eterno, se não como haverá equilíbrio? E tudo na natureza se transforma. No fim, ainda que você morra, você estará vivo na terra e nas plantas que nela vivem e por aí vai. É assim que é nosso mundo, e por isso devemos respeitar as mudanças e o nosso mundo. ^^

O poema é interesante, e mosta como o indio se adapTa ao seu habitat
Isabela Caroline
turma: 2001

O poema é muito interessante, pois mostra um pouco da real vida do indio. Me tocou muito o poema, pois passei a pensar que se todos nós começarmos a agir como os indios teriamos menos problemas.

Marcelly Libanio – 2001

gostei muito do poema, quem dera que as pessoas fossem assim também só um pouco parecida com a realidade do índio !

achei muito interessante mesmo .

Name: Silvio Gabriel Carvalho Ricardo
Nº29
T:2003

Poema bastante interessante e bonito. Gostei porque além da mensagem bonita e construtiva, aborda temas aprendidos e discutados em sala de aula. Isso é muito bom. Lembrei um pouco da musica que ouvimos.

Hiago de Oliveira da Silva
T.: 2003

Os humanos dessa geração atual devem aprender com este poema.

A humanidade atual valoriza o corpo e não a alma.

Valoriza o dinheiro e nada mais. Ha!

Gostei muito, porque ele mostra bem que o homem ainda pode mudar seus hábitos, só depende de sua força de vontade…

Obrigado por essa oportunidade professora, alem de adorar poemas e poesias ( e achei esse lindo, confesso que usei um tradutor online para algumas frases, mas me esforcei =D ), a senhora ainda conseguir unir o nosso conteúdo a esse post. The web of life is never broken!, vamos continuar vivendo e sobrevivendo! Sou a favor da natureza e não dos homens!
Turma 2003.

Concordo também com o Alzair, o poema é lindo mesmo e ao lermos vemos que ele é bem impactante também, como a Amanda disse. O tema em si é bem interessante, pois além de falar do meio ambiente, ele retrata também basicamente o ciclo da vida, quando o índio morre ele está devolvendo aquilo que a natureza o emprestou.

O poema é bem bonito, ele mostra que o índio só tira da terra o necessário para sua sobrevivência.
Diferente de muitos eu só acho triste o fato que nós seres “civilizados” tenhamos que matar e destruir muito mais que os índios, que são ditos como selvagens, onde em minha opinião nós que somos os verdadeiros selvagens que precisam ser reeducados, pois matamos e destruímos não só para a nossa sobrevivência mas também para alimentar a nossa ganância.

Nome: Sabrina Nascimento
N.: 28
Turma: 2003

Achei o poema bem interessante, principalmente da forma que fala do meio ambiente, acho que pode ter haver com alguns temas abordados nas aulas de inglês, e também relembra a importância da natureza.

Vinicio Paulo – 2003

Muito legal o poema, muito simples, mas ao mesmo tempo rico em “imagens” e leitura fácil, parece que os índios tinham dentro deles o sentimento de preservação da natureza, eles se contentavam com as maravilhosas obras naturais do nosso planeta.

Daniel Cintra
2001

É um poema interessante, mas como algumas pessoas comentaram acima, o poema peca no sentido de ritmo e de musicalidade, que para mim são fundamentais em um bom poema.

Rodrigo Ventura
T: 2001

De um modo geral, eu gostei do poema. Ele é bem típico do Brasil. Acho que todos nós devemos agradecer pelo o que a natureza nos proporciona, embora ela seja explorada DEMAIS, mas eu ainda tenho fé de que um dia tudo isso mudará. E será desta forma, como é o do poema, acontece ao natural, onde tudo e todos sejam beneficiados.

Adorei o poema, é tocante, adoro poemas, e ainda por cima a relação do homem com a natureza da vida ao poema, ótima forma de compreendermos melhor o present perfect.

Acho que esse Poema relata a realidade do ser humano, se pararmos pra observar somos tão fúteis. Apensar de não estar excluso dessa generalização, nós (Seres Humanos) Não pensamos nos animais, não pensamos no mal que nossas atitudes causam ao meio ambiente, não sabemos que ao pouco nos matamos mais.

Tudo que deveríamos fazer é parar e olhar para o outro, ver o sofrimento dele e sofrer junto para sabermos como é ruim e começarmos a ajudar!

deveriamos tomar os Indios como exemplo, se observarmos eles são os poucos que cuidam do que nos mantem vivos. Apesar de tudo (Se alimentar da natureza) ele sabe preserva-la e ver o quanto é importante para gente

Gostei do poema!É bem bonitinho , e expressa bem claramente essa ideia de teia da vida .
Turma: 2002

O poema é bem legal. Pena que nem todos respeitam a natureza como deveria ser respeitada, de uma forma precisamos dela para sobreviver, mas mesmo assim conspiramos contra ela.

Nome: Alexander do Couto Barbosa
Nº:03 Turma: 2003

Quero ressaltar o que a Iamara disse, pois há uma semelhança enorme não só, os versos mas também com o conceito do poema lembra fielmente o mundo de Avatar pensado por James Cameron, que imaginou uma terra onde a natureza era a deusa que trazia a paz, saúde, e a sabedoria.

Vynicius Morais 2003

Belo poema, mas também um pouco triste. Me fez refletir um pouco e comparando com o que acontece no mundo atualmente parece um pouco injusto. Vivemos de favores da natureza, mas ainda insatisfeitos abusamos da mesma. Quando morremos devolvemos um pouco destes favores, mas que não chegam nem perto de compensar o que nos foi dado.

O poema é bonito mesmo !
Faz uma reflexão interessante e não pouco realista sobre a ideologia usada pelos indios em relação a natureza e os animais, que tratam com carinho, pois sempre viveram com e ao lado de tais

Charles Santos T:2004

Bem, gostei desse poema, mas não creio que isso vá mudar uma sociedade tão atrasada como a nossa. No dia que as amizades enriquecerem um homem, não o dinheiro, talvez… Mas a esperança é a ultima que morre, e a minha ainda está viva!

Um ótimo poema, e nós podemos tirar um bom pensamento disso, principalmente porque a vida realmente é uma teia. E também aproveitou bem o poema pela matéria que tem passado na sala.

Matheus Marins – 2001 – 23

Que bom saber disso, Frederico! :-)

O poema é bem criativo, faz a gente refletir de como agimos na sociedade, devemos cuidar melhor das coisas que possuímos, enquanto ainda há tempo.

Paulo Afonso
T:2004 Nº22

E um poema lindo, apesar de mostra uma filosofia interessante. Aborda um pouco, os conceitos que aprendemos em sala aula, muito curioso isso. E uma ótima dica para deixar a aula mais interessante, atraindo a atenção de todos.

muito bom o poema msm e sao poemas assim (ñ presisa ser poema textos desse tipow serve) que faz a gente parar em meio ah esse caos nosso de cada dia e pensar e tbm mtas vezes refletir…

É um poema maravilhoso, realmente. Gosto da forma que ele fala da retirada de certas coisas da natureza sem exageros. Bem que as pessoas podiam ser um pouco assim na nossa realidade, não é? Mas infelizmente, nos encontramos em um mundo onde todos querem sempre tudo tão excessivamente que acabam destruindo a coisa mais perfeita que já foi criada: a natureza.

Gisele Lima – 2002

George,
Vou colocar mais poemas aqui! Eu também adoro! Podíamos fazer um Sarau de poemas de autores de língua inglesa ou de poemas de escritores brasileiros traduzidos para o inglês. Sei que há poemas do Drumond em inglês, da Cora Coralina e tantos outros. Se gostarem da ideia, podemos criar algo assim no terceiro bimestre, que tal? :-)

Gostei do poema um pouco fora do real, porém muito bonito!
Achei que poderia até ser uma forma implicíta das pessoas se concientizarem, já que o que se fala no poema nos temos na realidade

Thaynara – Turma:2004

Gostei bastante do poema, e o interessante que nele diz a nossa realidade, que afinal realmente é uma teia e nos faz parar pra pensar e como o Frederico disse “não creio que isso vá mudar uma sociedade tão atrasada como a nossa. No dia que as amizades enriquecerem um homem, não o dinheiro, talvez… Mas a esperança é a ultima que morre, e a minha ainda está viva!”

Nome: Stephane Soares Nº22 Turma:2002

Lucia,
Sábias palavras sobre o ciclo da vida! Amei!

É incrível como o ser humano tem uma enorme dificuldade em pensar cuidadosamente antes de cada ato. Matamos, a cada dia que passa, o nosso mundo, o ar puro, as águas, os animais, por menores que sejam, a vegetação… Por que é tão difícil percebermos que matando cada pequena parte dessas, matamos uma parte de nós? Existe claramente uma interdependência entre todos os seres. Um dia tudo isso irá acabar, e junto, nós iremos também. Devemos ter mais consciência de nossos atos, um dia eles se voltarão contra nós. O que devemos fazer? Respeitar a natureza para que assim, possamos prolongar a nossa vida nesse mundo que chamamos de lar.

Marcelle Gomes, 2002.

O poema é muito interessante e engloba 3 assuntos: inglês. meio ambiente e present perfect. Apesar de ainda não ter fixado completamente essa matéria, tenho melhorado meu inglês este ano. O poema é lindo e a ideia do Sarau é maravilhoso, e talvez possa ser transformado em projeto. Melhoraria nossa pronúncia.

Jonathan Caroba
2004 – N°:15

Tocante! Bem legal o poema. Gostei mesmo.
Mas coitado do coelho e do garfanhoto, morto esmagado =[

João Paulo T: 2004

Poema muito lindo, acho que o poema ilustra muito bem o ciclo da vida!
Professora, ponha mais poemas deste tipo no blog!

Vitor Martins de Sant’Anna
Turma 2003
Número 34

O tema abordado no poema é muito interessante, o poema me fez refletir muito sobre o assunto. Temos que cuidar da natureza ela é muito importante para a gente.
Rodrigo Fiaux – 2003

Eu gostei desse poema, porque aborda a natureza típica do Brasil, e com outros elementos, fazem um conjunto interessante de palavras, criando esse lindo poema, além de mostrar alguns tempos que nós já aprendemos.

Com certeza, Vítor!

Anotado, Jonathan!!

Bruno,
Please, do not use ‘internetês’ here….

Gracielly,
Esse poema, creio, ainda não foi musicado, mas esta é uma ótima ideia.

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